Fome de Guerra
Como era de se esperar, a reunião entre os países membros do Conselho de Segurança, ocorrida no último dia 18, foi para os Estados Unidos uma tentativa disfarçada de aliciar os demais países a apoiarem uma possível investida armada contra o Irã, caso esse não ceda às sanções impostas a seu programa nuclear.
Com argumentos contraditórios e totalmente autoritários, a delegada norte-americana buscava maior rigor às sanções debatidas, reforçando as proibições ao Irã de vender armamento não nuclear. Para os EUA, que outrora armou e treinou o exército afegão, as armas vendidas pelo Irã poderão fazer parte do arsenal terrorista. Contudo, o delegado russo acredita que tal suposição não deve ser levada em consideração para proibir o Irã de comercializar material bélico. “É um boicote econômico”, afirma.
Outro assunto debatido na reunião foi sobre os investimentos realizados no programa nuclear iraniano. “Essa sanção não deve impedir o desenvolvimento do país. O foco deve ser apenas a proibição do estudo de armas atômicas” relata o delegado da França. Entretanto, a representante americana acredita que o Irã está dificultando a fiscalização no país e julga necessário o fim de seu programa nuclear. “Se sentirmos ameaça à paz mundial, será inevitável uma investida militar naquela região (Irã)”, adverte a delegada dos EUA, país que invadiu o Iraque em 2003, teoricamente em busca de um arsenal nuclear jamais encontrado.
Com argumentos contraditórios e totalmente autoritários, a delegada norte-americana buscava maior rigor às sanções debatidas, reforçando as proibições ao Irã de vender armamento não nuclear. Para os EUA, que outrora armou e treinou o exército afegão, as armas vendidas pelo Irã poderão fazer parte do arsenal terrorista. Contudo, o delegado russo acredita que tal suposição não deve ser levada em consideração para proibir o Irã de comercializar material bélico. “É um boicote econômico”, afirma.
Outro assunto debatido na reunião foi sobre os investimentos realizados no programa nuclear iraniano. “Essa sanção não deve impedir o desenvolvimento do país. O foco deve ser apenas a proibição do estudo de armas atômicas” relata o delegado da França. Entretanto, a representante americana acredita que o Irã está dificultando a fiscalização no país e julga necessário o fim de seu programa nuclear. “Se sentirmos ameaça à paz mundial, será inevitável uma investida militar naquela região (Irã)”, adverte a delegada dos EUA, país que invadiu o Iraque em 2003, teoricamente em busca de um arsenal nuclear jamais encontrado.

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